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Mãe solteira desempregada usa auxilio emergencial para abrir Marmitaria Pet o consegue faturar até 4.500 por mês.

Ela teve a idéia inusitada quando viu pessoas procurando o serviço em sua cidade. Ela conta com a ajuda de seu primo e filha para dar conta das entregas. Ela já estão conseguindo fazer entregas para 3 cidades vizinhas.

Família usa o auxilio emergencial para abrir uma pequena empresa de alimentos para cães e multiplica o dinheiro.

A família da autônoma Suzana Rodrigues viu na pandemia uma oportunidade.

Com todos que moravam com ela desempregados a situação financeira estava ficando muito difícil.

Até tentaram mandar currículo na cidade em vários comércios perto e longe da onde moravam, mas todos sem sucesso.

Foi quando ela decidiu utilizar o dinheiro do auxílio emergencial de R$ 600 para realizar um sonho antigo e abrir um negócio.

Ela viu um post no facebook de uma amiga precisando de comida natural para sua cadelinha Biju, foi aonde ela viu uma oportunidade de negócio porque ninguém respondeu o post da amiga e ela percebeu que este poderia ser um negócio pouco explorado.

E ela acertou em cheio, o mercado pet cresce ano após ano mesmo com a pandemia e é um dos nichos mais promissores.

O Brasil hoje tem mais cães do que crianças nos lares Brasileiros e a participação dos pets nos lares brasileiros já é grande e tende a se intensificar, principalmente pela diminuição das taxas de fecundidade no Brasil, que segundo o IBGE poderá atingir a média de 1,5 filhos por casal até 2020, em 1980 o casal tinha em média quatro crianças.

“Esse acontecimento tem favorecido o aumento da aquisição de cães e gatos, que têm suprido o vínculo emocional por parte dos casais com poucos ou sem filhos”..."Outro fator importante a considerar é o crescimento de produtos da linha premium com foco em saúde e bem-estar dos pets.

Apesar de uma parcela significativa dos consumidores ainda concentrar-se nos mercados econômicos e standard, aos poucos os segmentos premium e super premium vêm crescendo em participação de mercado.

“Esses alimentos terão uma contribuição maior dentro do mercado de pet food, já que estarão intimamente relacionados com a necessidade dos consumidores de oferecer um alimento cada vez mais saudável e específico aos seus animais de estimação” afirma Pedro Bermudes, especializado em marketing e atua em análises de tendência de mercado.

Agora empresária, Suzana Rodrigues conta que já tinha trabalhado como cozinheira antes, e que ama cães, mas nunca conseguiu juntar a renda para abrir o próprio negócio.

Ela estava desempregada há dois anos e era ajudada pela família.

Quando a mãe também perdeu o emprego, elas resolveram se unir para fazer a nova empreitada dar certo.

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